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Esculturas mediúnicas de José Medrado
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Escrito por Cristina Barude   

José Medrado é brasileiro, baiano, nascido em Salvador, em 1961. Diplomado em Letras Vernáculas pela Universidade Católica de Salvador, onde também cursou Filosofia. Trabalha como funcionário público federal, concursado do Tribunal Regional do Trabalho, ocupando, atualmente, o cargo de Diretor de Projetos Especiais.

É membro da Academia Brasileira de Ciências Mentais e mestre em “Família na Sociedade Contemporânea” (UCSal);

 

É idealizador e fundador da Cidade da Luz, entidade que realiza uma série de atividades sociais em benefício de comunidades carentes de Salvador.

A seguir, uma entrevista exclusiva onde Medrado fala sobre seu trabalho mediúnico com as esculturas.

Como foi que você descobriu que poderia fazer esculturas mediunicamente?

Em verdade, Antônio Lisboa – não gosto muito de chamá-lo de Aleijadinho – sempre esteve ao meu lado, desde o início da pintura mediúnica, fazendo esboços em carvão. Depois sumiu, nunca mais o vi. Voltou, então, dizendo que eu já poderia fazer as esculturas, e isto tem um ano. Ele me deu então uma aula de como seria, pediu que anotasse os materiais necessários, ferramentas para a realização.

Você faz pintura mediúnica há quanto tempo? Você acha que isto interferiu para agora fazer esculturas?

Interferir no trabalho em si, não. Faço pintura mediúnica há 25 anos e a abordagem é bem diferente, claro. Mas, em ambos os processos, o ato de criação é muito próprio deles, idealizado por eles. Hoje em dia, por exemplo, os pintores usam até escovas de sapato e de limpeza de cozinha. Já os escultores usam até colher! Eles criam o trabalho comigo.

Quais os espíritos envolvidos neste trabalho? Fale um pouco sobre eles... quem foram quando encarnados.

Atualmente sãos uns 15, mas a experiência tem demonstrado que do lado de lá também tem o “boca a boca”... logo surgirão outros.

Não lembro o nome de todos, mas eles estão em dois grupos: os que fazem esculturas barrocas com efeitos policromáticos em madeira antiga e os que fazem em bronze – aqui acrescento o de ferro e metal polido. Destacam-se Rodin, Camille Claudel, Antônio Lisboa, Frei Agostino de Jesus, Frei Agostinho da Piedade, Gauguin, Renoir... Todos em vida lidaram com esta arte.

Para você, como médium, qual a diferença entre a prática da pintura mediúnica e das esculturas? O que você sente quando os espíritos se aproximam?

Os processos são bem semelhantes. Sinto um choque que me percorre toda a coluna e uma dormência que permanece até o fim do trabalho. Só que na escultura eles vêm em dois momentos: na realização da imagem em si e, depois, para fazer a policromia.

Sabe de alguém mais que está fazendo este trabalho?

Quanto a alguém mais acredito que não, porque busquei informações acerca e nada encontrei. Nesse estilo, método e técnica penso que só eu.

Como é feito o trabalho?

A primeira etapa é da produção da escultura, em torno de 15 minutos. Depois de espera secar, ocar, queimar... eles retornam para a policromia, dando o efeito de madeira antiga ou de bronze, de acordo com o estilo do autor...

Entrevista completa na Revista Vivência Espírita 02

 

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