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Apometria e universalismo PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Victor Rebelo   

Muitos leitores têm se manifestado expressando suas opiniões, críticas e elogios. Muitos nos parabenizam por nossa linha editorial, sempre de cunho universalista. Portanto, gostaria de abordar este tema.

A Revista Cristã de Espiritismo, desde o seu primeiro número, sempre se manteve fiel aos princípios doutrinários estabelecidos nas obras básicas da codificação, elaborada por Allan Kardec. Caso contrário, jamais nos posicionaríamos como uma revista espírita. Porém, entendemos, conforme as orientações do próprio codificador, que a doutrina espírita é evolucionista, ou seja, Kardec codificou a base, a “ponta do iceberg”. Ainda conhecemos muito pouco sobre a espiritualidade...

Divaldo Pereira Franco, em seu livro Mediunidade – Encontro com Divaldo, da Editora Mundo Maior, fala que “Allan Kardec não teve tempo de nos ensinar técnicas de concentração, de desdobramentos da personalidade; cuidou da essência da doutrina e estabeleceu que o futuro se encarregaria de ampliar suas lições; seria, portanto, uma contribuição do Mundo Espiritual e do científico para que, preservando-se as bases essenciais, estejamos atualizando-as e desdobrando-as sem ferir as matrizes doutrinárias, o pensamento da Codificação.” Concordamos plenamente com esta linha de raciocínio. Apenas acrescentamos o seguinte: Muitos temas abordados na codificação já foram amplamente estudados pelas doutrinas orientais há milhares de anos.


 

 

Existem, também, outros assuntos que nem sequer foram analisados na codificação – como é o caso dos chakras – porque ainda não era o momento certo. Porém André Luiz, pela mediunidade incomparável de Chico Xavier, começou a trazer este tema para a literatura espírita. Infelizmente, muitos espíritas estacionam nos postulados básicos do Espiritismo, fazendo deles dogmas inquestionáveis, quando o próprio Kardec nos alertou contra isso.

 

 

Quando, em nossas páginas, apresentamos diferentes técnicas de cura, como o apometria, ou outros métodos de desenvolvimento mediúnico, como a Umbanda; quando apresentamos a visão budista da reencarnação, explicamos o sistema hindu dos chakras ou, ainda, quando apresentamos a biografia de um espírito que atua na espiritualidade de forma universalista (sem se ligar especificamente a uma linha doutrinária), não o fazemos com a intenção de confundir o leitor, mas, sim, com o objetivo de oferecer ao pesquisador sério e de “mente aberta” (como Kardec) subsídios para que possa ampliar seus conceitos sobre as Leis Divinas, encontrando em determinada doutrina aquilo que falta em outra, sempre, é claro, separando o “joio do trigo”.

 

 

É preciso parar com o hábito de criticar outras doutrinas espiritualistas, ainda mais quando não as conhece profundamente. Só assim o pesquisador perceberá as semelhanças e a verdade que une todas as religiões. Para isso, é importante que esteja consciente dos postulados básicos da doutrina espírita, que tem o grande mérito de ter trazido para a mentalidade materialista do Ocidente os temas complexos da espiritualidade. Fé raciocinada e amor: a grande bandeira do Espiritismo.

 

 

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