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A grande cura
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Artigos on line - Artigos
Escrito por Victor Rebelo   

A medicina tradicional do Oriente já vem, há milhares de anos, tratando o ser humano de forma holística – espírito e corpo – ao contrário da medicina atual, especialmente no Ocidente, que vê o ser humano como resultado de processos químicos e biológicos.
O corpo é um veículo e quem o dirige é o espírito que nele está encarnado. O espírito sobrevive à morte do corpo físico e quando reencarna traz em seu subconsciente toda a bagagem adquirida em vivências passadas.

Entre o espírito e o corpo físico existem outros corpos intermediários, mais sutis, além dos centros de força (chakras), responsáveis em fazer a captação, irradiação e distribuição de energias por meio de canais energéticos, conhecidos como nadis ou meridianos. Quando estas energias não fluem livremente, o corpo adoece.
Portanto, precisamos cada vez mais compreender a realidade do espírito, não apenas sua situação depois da morte, mas, sobretudo, sua realidade aqui, no presente.

 

Para você, o que significa estar doente? Como percebe que adoeceu? Apenas quando sente dor? Quando os órgãos não trabalham corretamente?
A escola hipocrática separou a medicina da religião; afastou as crenças em causas sobrenaturais das doenças e fundou os alicerces da medicina racional e científica. Ao lado disso, deu um sentido de dignidade à profissão médica, estabelecendo as normas éticas de conduta que devem nortear a vida do médico em seu exercício profissional.

É realmente fantástico o impulso e benefício que a mentalidade ocidental deu no campo da medicina. Porém, apesar de todo avanço tecnológico que conquistamos, não conseguimos trazer um equilíbrio mais profundo para o ser humano. Por quê? Porque a medicina, no Ocidente, perdeu a conexão com a alma.

Porém, em épocas mais antigas – dos velhos xamãs e curandeiros – e no Oriente, com as medicinas ayurvédica e chinesa, o homem sempre foi visto como um ser total, ou seja, espírito-corpo. É a visão holística. E mais; o homem sempre foi percebido integrado ao Todo, ao universo. Se hoje existem tantas doenças e tanto sofrimento é porque não percebemos a unidade de todas as coisas – a interdependência – como diz o Budismo.

Como podemos manter um estado de saúde pleno se cultivamos sentimentos de ódio, rancor, mágoa, tristeza...? Como manter o equilíbrio com pensamentos egoístas, mesquinhos, confusos, sem termos a menor noção do que se passa em nossa mente? Como ter um corpo saudável quando nos “entupimos” de comida, sem nos preocuparmos com uma alimentação saborosa, mas nutritiva? Como vivermos sem medo, aflições e pressão, se vivemos em uma sociedade competitiva demais, onde a grande preocupação da maioria é ganhar, ganhar e ganhar? Vivemos com medo da violência, mas não fazemos quase nada para ajudar aqueles que padecem na miséria. Reclamamos do governo, mas o que fazemos para contribuir voluntariamente na educação do povo, este mesmo povo que elege seus governantes? Reclamamos dos problemas respiratórios, gástricos, mas o que fazemos para manter a serenidade diante das dificuldades que surgem? O que fazemos para preservar o meio ambiente, nossas reservas florestais, nossa água, o meio em que vivemos?

Sinceramente, a grande cura virá quando uma maior consciência e amor reinar entre nós. Só assim nos tornaremos mais sábios e sãos.

 

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