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Relatos de um projetor astral
Artigos on line - Artigos
Escrito por Victor Rebelo   

Moisés Esagüi nasceu em Manaus, Amazonas, no ano de 1950. Aos sete anos de idade teve sua primeira experiência de projeção astral totalmente lúcida, quando saiu do corpo e pôde flutuar pela casa, olhar pessoas que estavam nas proximidades e conversar com uma colega vizinha que também estava projetada. Essa experiência, que passou a ocorrer todos os dias, marcou definitivamente sua vida e o fez ter certeza do caminho que deveria seguir.

Ao longo de sua vida, com o trabalho contínuo de projeção astral, teve inúmeras experiências de pré-cognições e retrocognições. Desenvolveu também sua clarividência, podendo ver e conversar com espíritos.
Por meio de suas pesquisas e estudos incansáveis, analisou e mapeou todo o processamento dos chacras, sua importância e influência nos processos energéticos, emocionais e comportamentais; conhecimento este que ainda não está disponível em nenhum livro, pois é resultado de estudos e registros de experiências pessoais ao longo de vários anos, mas que em breve estará à disposição das pessoas que se interessem por esse assunto.
Em 1998, como já vinha se dedicando exclusivamente à espiritualidade, fundou o Centro de Estudos da Consciência – CEC – associação sem fins lucrativos que tem a finalidade de promover o desenvolvimento evolutivo individual.
Moisés Esagüi também é psicanalista e com o trabalho que desenvolve nesta área tem contribuído significativamente para a melhoria da saúde psíquica, emocional e comportamental das pessoas que são atendidas em terapia ou que frequentam seus cursos, palestras e vivências.
Moisés Esagüi é autor dos livros Projeção da Consciência – Uma Ferramenta Evolutiva, O que eu contaria se fosse Francisco de Assis e Momentos Psicanalíticos. Apresenta o programa Consciência e Evolução, na rádio Mundial 95, 7 FM, em São Paulo, na TV NET Santos e na TV Universitária, em Uberaba–MG.

Moisés, conte-nos um pouco sobre sua trajetória com as projeções astrais.
Tive minha primeira experiência de projeção astral aos sete anos de idade. Foi uma experiência muito marcante! Eu morava em Manaus, numa casa de madeira, com varanda em volta, e dormíamos em rede, eu e meu irmão. Certa noite, eu estava deitado na rede e reparei que no gancho havia uma roupa pendurada. Eu era um garotinho, e como estava escuro, aquela roupa parecia um monstro... isso me deixou bastante assustado! Então, me fechei na rede, o que fez eu me sentir protegido, como se estivesse em um submarino.
Adormeci assim, e quando acordei, estava fora do corpo, olhando para o meu corpo físico ali deitado com uma nitidez perfeita, assim como estou vendo você agora.
Atravessei a parede, sem sentir medo algum, passei pelo corredor e fui até a sala, onde meus pais estavam sentados, nas cadeiras de balanço. Tentei falar com eles, e foi estranho, porque, apesar da nitidez toda, como eu era criança, não conseguia entender o que estava acontecendo. Fiquei tentando falar com meu pai, com minha mãe... e eles não respondiam. Então, me senti tracionado de volta para a varanda. Ainda fora do corpo, me dirigi para a frente da casa e quando cheguei lá, a minha vizinha, que era era uma garotinha da minha idade, também estava lá, na mesma condição que eu, fora do corpo. Isso foi muito engraçado, porque foi o que me confirmou a realidade da experiência. Ela se aproximou e nos abraçamos. Foi muito marcante!
Como éramos crianças, no dia seguinte, na hora de ir para a escola, estávamos morrendo de vergonha um do outro. Íamos para a escola eu, meu irmão, ela e o irmão dela. Ela ficava olhando para mim desconfiada... e eu também! Só que ela foi mais corajosa e me disse que tinha tido um sonho. Eu queria dizer que também tinha tido um sonho, mas perguntei como tinha sido o sonho dela. Ela respondeu que estava com vergonha e, neste momento, eu tive uma ideia. Eu disse que, antes que ela contasse o sonho, eu queria escrever o meu sonho num papel. Olha só que ideia interessante, para uma criança...
Então, escrevi rapidinho o meu sonho e pedi para ela contar o dela. Ela começou a contar e eu mostrei o papel. Imagine a surpresa dela quando viu que tivemos o mesmo “sonho”!

E como você lidava com essas experiências?
Quando essas experiências aconteciam, eu tinha uma sensação de liberdade muito grande. Mas, eu tinha medo que meu pai descobrisse... que falasse que eu estava louco. Então, eu anotava as experiências num papel de embrulhar pão e guardava embaixo da casa, que era de madeira e ficava em cima de palafitas.
Eu prometi pra mim mesmo que toda noite eu iria repetir a experiência. Como eu não tinha noção de como acontecia, no meu entendimento de criança achava que se colocasse a mesma roupa e fizesse todo aquele ritual, de me enrolar na rede e tudo o mais, a experiência iria se repetir.
Muito bem! Fui fazendo tudo igual, com a mesma roupa – e ninguém podia mexer nela – e a experiência foi se repetindo. Com o tempo, fui pegando cada vez mais percepção de como a experiência ocorria. Fui aprendendo.

Teve alguma outra experiência marcante nesta fase?
Sim. Meu pai, de manhã, costumava ficar sentado debaixo do abacateiro, com um revólver. Ele gostava muito de tiro ao alvo, participava de competições... Então, com um tiro ele conseguia acertar e cortar o talo do abacate! Ele fazia isso todo dia, enquanto tivesse abacate.
Um dia ele disse que não tinha mais abacate, mas eu tinha saído do corpo antes, flutuado por cima da árvore e visto um abacate. Então, eu disse para ele que ainda tinha abacate na árvore e mostrei. Ele viu que tinha mesmo, mas olhou pra mim e me repreendeu, dizendo que não era para eu subir naquela árvore. Eu ia dizer que não tinha subido na árvore, mas achei melhor não contar nada. Como eu ia explicar que tinha flutuado fora do corpo por cima dela?
Então, com o tempo, comecei a voar por toda a região... Uma vez eu fui até uma padaria, fora do corpo e, ao entrar lá, vi vários espíritos tentando mexer nos produtos.

E você ia registrando tudo?
Sim. Eu anotava tudo, todos os dias, porque achava que era uma forma de mostrar para as pessoas, no futuro, as experiências que aconteciam comigo.


Um caso de cura por meio da projeção astral - Moisés Esagüi

Ano de 1983
Fui avisado pela amiga Clara que havia uma criança muito doente e que eu deveria comparecer em sua casa na quarta-feira, à tarde, para que, através do meu trabalho de projetor consciente, pudesse, se possível, ajudar a amenizar o sofrimento daquela mulher que já havia procurado ajuda em vários lugares sem conseguir resultados.
Minha amiga Clara pediu para que eu ficasse aguardando sentado na mesma sala onde fazia as reuniões. A mulher entrou e me cumprimentou. Era jovem, de cor branca e muito triste. Imediatamente ao lado dela se manifestou uma consciência amparadora visível, acompanhado de outras consciências que a ladeavam, mas não tão visíveis. Este amparador passou a mim
informações sobre tudo o que estava acontecendo com o filho dela, e principalmente com ela.
Então, percebi que eu estava ao lado do meu corpo e que, nesta condição, pude ver e ouvir o que o amparador estava dizendo.
Na verdade, ele não havia se semimaterializado, mas me patrocinado uma descoincidência para que eu pudesse vê-los.
Então, dirigi a palavra a ela e falei tudo o que o amparador tinha me dito.
A mulher ficou imóvel como se estivesse entrado em contato com algo terrível. A verdade, às vezes, é realmente terrível. A cura de seu filho dependia do seu comportamento conjugal, que não vinha sendo muito honesto e causava muita infelicidade ao marido.
Este comportamento desequilibrado fazia com que os processos assediadores tivessem maior força e a doença se instalasse na criança.
O amparador, neste momento, disse:
– Ela precisa de um referencial físico, um ritual.
Eu entendi perfeitamente o que ele estava dizendo e lhe falei:
– A senhora terá que mudar o seu comportamento imediatamente e também deverá, durante uma semana, acender todos os dias, às seis horas, uma vela e rezar um Pai-Nosso. Se a senhora realmente tiver decidido isto no seu
coração, amanhã o seu filho amanhecerá curado.
Clara me ligou dois dias depois e me disse:
– A senhora X pediu que eu te ligasse e te agradecesse, o filho dela está curado!
Pensei: “Agradecer a mim? Quem sou eu para ter esta capacidade? Eu é que tenho que agradecer a cada instante da minha vida poder participar, com amparadores de luz, de um empreendimento de cura e amor. Só!”

 

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